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18. Mai 2012

Bargfeld

Filed under: Deutsch,Diary,photo — Schlagwörter: — vg @ 01:15
Auf Arno Schmidts Spuren, Bargfeld, 13.05.2012

Auf Arno Schmidts Spuren, Bargfeld, 13.05.2012

Nach einem Nachmittag in der eigentümlichen, zauberhaften Landschaft der Lüneburger Heide, im „Heiligen Hain“ bei Betzhorn, kehre ich nach Bargfeld zurück. Vor der Einkehr gehe ich noch einmal zum Haus von Arno Schmidt, werde von der Abendsonne hinaus gelockt in die Felder, auf die sie dramatische Schattenrisse zeichnet und mich unwillkürlich die Kamera zücken lässt.

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16. September 2010

The Zone

Filed under: Diary,English — Schlagwörter: , , — vg @ 23:35

There I am watching Tarkovsky’s Stalker again, the first time in years. Next day arrives an e-mail from Eva and Franco Mattes aka 0100101110101101.ORG, announcing Plan C, a journey to Chernobyl by six artists who barely knew each other, but have in common an obsession for Tarkovsky’s 1979 movie. Feels like someone forgot to throw a nut, and now space and time are collapsing. „Toto, I have a feeling we’re not in Kansas any more…“

13. August 2010

Acta Media 8 começará hoje

O 8º Simpósio Internacional de Artemídia e Cultura Digital „Acta Mediacomeçará hoje. Tem o título „Processos Criativos nas Artes: O Tradicional e o Contemporâneo“ e terá lugar em São Paulo, 13 a 27 de Agosto de 2010. Coordenação: Prof. Dr. Artur Matuck, ECA & PGEHA e Prof. Dr. Carlos Zibel, FAU-USP.

Para locais e programação consulte o site da COLABOR.

Acta Media 8

Minha palestra será de 6 ª. Feira,  20 de agosto na Livraria da Vila – Alameda Lorena 1731:

Kutiman, Cornucópia e Copyright

Criatividade sempre constrói sobre o que foi criado antes, o que é contemporâneo em nosso meio cultural do conhecimento, a cultura pop do nosso tempo, sobre os bens coletivos de nossas línguas, se escriturais, musical, visual ou performativa. Isto é evidente no contexto da cultura tradicional Africano, e é evidente nas culturas da Internet.

Entre estes dois encontra-se um período de cerca de 200 anos, durante o qual o conceito de „criatividade individual“ foi estabelecido eo coletivo foi negado. Um novo „sujeito criador“ constituiu-se no culto do gênio, imaginando uma criação ex nihilo, desconectado do coletivo, totalmente enraizada nesse „indivíduo.“ Esta figura discursiva acompanha o surgimento deste indivíduo criativo como um agente económico, um ator individual em um mercado que se tornou cada vez mais industrializado. Este, por sua vez deu origem ao „autor“ como uma figura jurídica, o que – em conjunto com aqueles que falaram em seu nome – exigiu o controle econômico e moral total sobre os artefatos culturais que ela criou. O criador individual, que constitui-se contra o coletivo, afirma a partir do mesmo coletivo o direito de excluir outros da posibilidade de construir no topo das suas criações – até 70 anos após sua morte.

Olhando para trás a partir da revolução digital, reconhecemos esta reconfiguração complexa do nosso tecido cultural, a revolução da cultura industrial que começou com a imprensa de Gutenberg, e culminou nas „fábricas de sonhos“ do século 20, como uma parêntese. O pêndulo volta do individual para coletiva. Estamos entrando numa nova fase – na prática, na economia e na lei da cultura.

Nesta palestra quero falar sobre a abundância e escassez. E eu quero lhes mostrar alguns mídia.

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